As epidemias podem se tornar pandemias tomando uma dimensão mundial, como a pandemia causada pelo #coronavirus Desde a antiguidade, a peste, o cólera, a gripe espanhola e muitas outras doenças devastadoras assolam a humanidade.
Milhares de vítimas perderam a vida desde a primeira epidemia na Grécia antiga, conhecida como a “peste de Atenas”, de 430 à 426 a.C. Segundo os historiadores, a Grécia perdeu um terço de sua população na época.
Muitos artistas imortalizaram esses eventos trágicos da história da humanidade em obras excepcionais.
Apresento abaixo, duas obras sobre o tema “epidemia”, presentes nas coleções do museu do Louvre.
Bonaparte visitando as vítimas da peste de Jafa (1799) é o título da obra de Antoine-Jean Gros, datada de 1804, e encomendada por Napoleão Bonaparte para representar um episódio da campanha do Egito. O quadro representa Napoleão durante uma cena tocante que ocorreu em Jafa, em 1799, durante a qual o general tentou elevar o moral de suas tropas, aproximando-se e tocando a ferida de um soldado.
A obra visava enaltecer a coragem de Napoleão que, para tranquilizar suas tropas diante de tantas mortes, correu o risco de contágio.
Santa Francisca Romana anunciando à Roma, o fim da epidemia de peste.
Obra realizada por Nicolas Poussin, em 1656. A obra é um ex-voto, celebrando o fim relativamente rápido da epidemia de peste que se espalhou de Nápoles à Roma, de abril a maio de 1656. A pintura representa as forças espirituais que ajudaram a obter do Céu, o fim da praga. A “Santa de Roma”, Francisca Romana (canonizado desde 1608), aparece em uma nuvem, segurando flechas quebradas simbolizando que a peste tinha sido vencida.
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