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3 pinturas para celebrar o Dia do Trabalhador

raspadores de assoalho pintura
ORIGEM DO DIA DO TRABALHADOR 

A comemoração do Primeiro de Maio como Dia do Trabalhador remonta aos movimentos trabalhistas ocorridos na cidade de Chicago, nos Estados Unidos, no final do século XIX, como consequência direta da precarização do trabalho após a Revolução industrial.

Na época, a jornada de trabalho era superior a 12 horas por dia, sem dia de descanso, com salários baixos e condições de segurança e de salubridade inexistentes, o que causava acidentes e afetava a saúde dos trabalhadores.

A data Primeiro de Maio, no entanto, só se tornou feriado em 1919, na França, após a jornada de oito horas diárias ter sido ratificada por lei.

COVID19: Quarentena no Dia Do Trabalhador  

Neste ano de 2020, o mundo está vivendo um Primeiro de Maio atípico, com trabalhadores impedidos de trabalharem devido ao novo coronavirus.

Para trazer um pouco de leveza para este dia, em plena quarentena em Paris,  quero com este post, homenagear à todos aqueles que continuam trabalhando nesse contexto extremo, em especial, os profissionais da Saúde e a todos que atuam na linha de frente no combate ao covid19.

Afinal, nada como aliviar e alimentar a alma através da arte.

FLORES PARA O DIA DO TRABALHADOR 

Tradição iniciada no século 16, quando o rei francês Charles IX oferecia muguets às senhoras da corte como símbolo de sorte, até hoje, no dia 1’ de maio, na França, as pessoas oferecem umas às outras, mini ramalhetes da flor ‘muguet’, em comemoração ao “Dia do Trabalhador”. 

“Muguets no cais d’Anjou”, (1971), pintura realizada em Paris pelo artista bielorrusso Marc Chagall.

Muguet Marc Chagall
Conhecido como o pintor das bailarinas, Edgar Degas retratou cenas cotidianas de trabalhadores que vivam à margem da sociedade burguesa ascendente da Paris moderna do final do século 19. Nessa obra intitulada  « As passadeiras », 1884, Degas evidencia seu olhar terno voltado para a classe operária.

as passadeiras de Degas

Termino com uma das obras marcantes do Impressionismo que mais aprecio,  « Raspadores de assoalho », uma das principais pinturas de Gustave Caillebotte, realizada em 1875. Nela Caillebotte representa três trabalhadores no interior de um apartamento haussmaniano e celebra o trabalho daqueles que ajudaram a construir uma Paris moderna durante o Segundo Império de Napoleão III. Esse quadro é uma das primeiras representações do proletariado urbano e faz parte das coleções do Museu d’Orsay.

raspadores de assoalho pintura
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Edis Lima

Guia Cultural e Life Coach credenciada na França. Fundadora e Diretora da Bem in Paris, apaixonada por compartilhar sobre arte e cultura francesa.
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